sábado, 28 de março de 2009

Para Otakus!


Achei essa imagem na net, e achei bem legal. Unir um ícone como "Os Simpsons" em fomato de mangá, é demais! Como um estilo diferente pode mudar a forma de ver os personagens, aproximando-os mais da forma real. Muito joinha!

quarta-feira, 25 de março de 2009

Auto-propaganda!


Título auto explicativo (não sei mais onde e quando usar hífen, então vou usá-los aleatoriamente). Homens geralmente fazem auto-propaganda em círculos de conversa masculina. Mulheres fazem auto-propaganda em todo e qualquer lugar. Só não faz se tiver algo mais importante para pensar.
Não adianta a mulherada ficar brava comigo, porque é pura verdade. Exaltamos roupas novas, calçados novos, bolsas, brincos, tudo que for visível e até o que não está a vista. Mulheres conversam sobre desempenho ou frequência sexual, sem nenhuma inibição, como se todas tivessem feito sexo na mesma casa, com paredes finas.
Homens geralmente não comentam sobre sexo, se for com a esposa, noiva ou namorada. Rola algo do gênero se for uma ficante, um rolo, uma aposta... Daí então, rola a auto-propaganda de que conseguiu.
Não importa o assunto, ninguém se coloca pra baixo, ninguém assume que não é capaz. Todo mundo tem um quê de publicitário. Eu, por mais que tenha me formado nisso, assumo: faço propaganda o tempo todo! Meu patrão acha que sou a melhor funcionária, meu marido acha que eu sou uma ótima esposa e assim vai...
Tem dias que sou capaz de jurar que eu devia ter seguido a carreira de modelo. Os dias que eu acho que seria modelo da Ultragás, eu prefiro não compartilhar.
Para os dias que estou bem comigo, e posso me olhar no espelho sem medo, fica ai a minha foto, que infelizmente não está na Av Presidente Vargas, mas já tá valendo. Meu rosto por ai já é uma grande auto-propaganda positiva...

sábado, 14 de março de 2009

A procura do Gold Fish perfeito!


Como uma boa amante de peixes, eu gostaria mto, de tatuar um no meu corpinho. O problema na verdade é "qual desenho que posso usar?". O Gold Fish seria um peixe japonês, ou kinguio, na cor laranja. Não gostaria de fazer uma carpa no estilo que várias pessoas têm, pq seria comum demais. Com certeza terei que procurar um bom tatuador, que saiba fazer bons desenhos. Enquanto não encontro, fica aí a foto de uma carpa que tirei no jd japonês no nosso bosque municipal de Ribeirão Preto, e um desenho bacaninha que achei na net, mas é pequeno e um tanto bizarro, mas quem disse que eu não gosto de bizarrice?

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Apple!


Gostaria de lhes apresentar uma pessoa que volta e meia estará por aqui. Seu nome é Apple, uma personagem de um conto meu que não foi adiante, mas tenho muita simpatia por ela, e postarei aqui alguns de seus textos:

Diamantes
" Compre um diamante! Visite seus pais! Seja normal!Quem não quer? Importa se alguém não quiser ser? Apple acorda todos os dias desejando que o mundo tenha mudado, que não seja feio não decorar datas de aniversário, que não haja problemas em não devolver a pergunta "como está você?".
Há problema em não ter interesse pela vida alheia? Apple acorda hoje pensando em quantas mentiras ela terá que contar até o dia terminar. Marcou de sair com as amigas porque essas não paravam de insistir em "curtir a noite". Ou elas saíam, ou iríam em sua casa. Fingir na rua ela consegue, em casa não. Elas cobram que ela faça mais parte de suas vidas...
Para Apple basta saber que elas estão vivas e bem. Se não estiverem, para tudo existe remédio. Ela não é fria, ela só não gosta de futilidades. Para coisas importantes, atenção. Para frivolidades, descaso.
Mas não basta querer um anel de diamante para ser normal. Se você não gosta de jóias: estranho. Se não liga para os amigos: estranho. Se não fala frases prontas quando encontra pessoas que não vê a muito tempo, como "e ae, como vai? Casou? Fez faculdade? Tá trabalhando na sua área?": estranho.
Se Apple fizer tudo o que um normal faz, ela estará fingindo, e não é ato de fingir que é estranho? Ela veste sua máscara de sorriso, já que se você não sorri, é sinal de algo errado, e todos virão lhe perguntar o que há! Ela não estará disposta a responder, e lá vai ela fingir: está tudo bem!
Ela passa seu baton, escolhe a sombra dos olhos de acordo com a roupa que separou. Após o café, vai até o estacionamento. Respira fundo e diz para si mesma: Vamos lá!
Todo dia é uma atuação, uma diferente da outra. Cada dia Apple descobre novas máscaras, e ela nem sabe mais qual é o seu verdadeiro rosto. Talvez só quando está em casa, sozinha, quieta, que ela é ela mesmo. Não está quieta porque está triste, só está querendo paz.
No fundo Apple sabe que só está esperando o circo voltar na cidade, para rir de verdade.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Assistir, ou não assistir, eis a questão: Dancer In The Dark


O filme é sobre: Uma jovem operária se vê em dificuldades devido à sua frágil saúde e precisa juntar dinheiro para pagar a operação de seu filho. Ela tem um vizinho mão boba que só vê a oportunidade de usar seu dinheiro. Ela tenta de tudo para que seu filho não acabe ficando cego como ela. Lançado em 2000.

Tentei ver esse filme por mais de três vezes, e não conseguia sair dos primeiros 15 minutos. Tomei coragem e quase dois meses depois consegui vê-lo inteiro. Não posso dizer que tive raiva ao vê-lo até o final, mas posso dizer que o filme me surpreendeu. Imaginei que além dos motivos que descreverei abaixo, o enredo e a atuação de Björk me decepcionaria muito. Terminei o filme chorando feito um bebê, coisa muito, mas muito rara mesmo de acontecer. Leia abaixo alguns motivos que escrevi quando só havia assistido 15 minutos e depois direi a minha conclusão do filme.

Três motivos para não ver esse filme (ou ficar com pé atrás para se ver):
1- Tem vários estúdios, de diversos países, o que me faz pensar se o filme é muito bom ou ruim;
2- Os enquadramentos e a gravação em si é bem diferente, lembra algo de "A Bruxa de Blair" e não é uma lembrança boa. Enquadramentos e seqüências que parecem terem sido gravadas com câmeras amadoras;
3- Tem a Björk no filme! Só esse item já valeria para não ver o filme, mas como eu gosto de coisas que geralmente ninguém gosta, eu me arrisquei a assistir, mesmo que tivesse a Björk, porque curto sua música louca. Ela poderia nos surpreender, ter uma boa atuação, mas não é o que aparenta (primeiros 15 minutos), nem para mim nem para os muitos que criticaram esse filme. Ela mesmo, depois de terminar as gravações, disse que nunca mais faria um filme, mas não sei se disse isso por perceber que é medíocre na atuação ou porque brigou com o diretor...vai saber!
Sinceramente? A atuação dela não foi medíocre, o personagem que tem uma inocência tão grande que chega a irritar. Mas indico para quem ficou curioso, e para quem nunca chora em filme, esse talvez mude a sua percepção nos últimos 30 minutos de filme!

Apesar de ser um musical, e eu não gostar muito de musicais, acredito que as melhores partes são as que Björk canta e dança. Quando estão na linha de produção, Björk faz música com sons da fabrica. É a hora em que você sai da monotonia do filme, que só tem um ritmo, e entra em algo mais alegre. Os quarenta minutos ate o musical se arrastam, a partir dele passam mais rápidos.

Outro fato a ser encarado, são duas horas e vinte e quatro minutos, é ter paciência, lembre-se, começa a ficar interessante a partir dos 40 minutos...

Nota: 7

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Assista: Candy

Sobre o filme: É a história de um casal de viciados, onde ela é uma pintora que não vende seus quadros e ele é um poeta que não consegue vender suas poesias. Sem preocupações, sem ambições, eles vivem para o vício e para ficarem juntos, até perderem o controle e precisarem tomar ações extremas, como roubar e se prostituir. Contam com a ajuda de uma amigo, para comprar drogas ou para entrarem na "viagem" juntos. É narrado por Dan, que nos conta como é ir do céu ao inferno em menos tempo do que podemos imaginar.
Indico por que: No começo parece um filme bobo, sobre dois jovens inconsequentes, que só pensam em transar e ficarem "altos", mas ao longo do filme pude ver os efeitos das drogas na familia deles, coisa que geralmente não se vê muito na telona. O legal também é que o filme é Australiano, e tem uma dinâmica um pouco diferente dos filmes americanos. Um certo humor em momentos que ele mesmo não existe. Exibido em 2006, com o falecido Heath Ledger no elenco, o Coringa do filme Batman - O cavaleiro das trevas, e Geoffrey Rush, o Capitão Barbossa do Piratas do Caribe. Na minha opinião, uma das melhores cenas é a tentativa de desintoxicação dos dois, que resulta em algo nada bom. Filme triste, leve apesar do assunto e com um final diferente, como gosto de ver. Assista, e depois, se gostar, comente. Ou comente se não assistir, ou se não gostar...aliás, apenas comente.

Nota: 6,9

sábado, 24 de janeiro de 2009

Assista: Coraline

Para fãs de animação em stop motion, uma notícia boa: será lançado em 13/02/2009 o filme "Coraline", de Neil Gaiman. Ele é dirigido por Henry Selick, o mesmo diretor de "O estranho mundo de Jack" e estranhamente não tem nada de Tim Burton na produção. O filme ficou em nada menos do que US$ 70 milhões, com cenários enormes e bonecos com várias expressões faciais, o que deve ter dado muito trabalho, mas deve compensar no resultado final. A história é baseada no livro de Neil Gaiman de título homônimo, em que uma garotinha entediada por ter que ficar em casa em um dia de chuva, acaba encontrando uma passagem para um mundo parelelo na enorme casa que mora. Nesse mundo paralelo existem as mesmas pessoas que no mundo real, só que diferentes, algumas mais divertidas, outras mais sombrias. Coraline tem que decidir entre ficar no lugar onde seus pais são divertidos, ou no mundo real, onde tudo parece muito chato. É uma história de Alice no país do espelho aos olhos de Neil. Parece ser bom, e já estou na espera para ver como será que eles gastaram US$ 70 milhões em uma animação. A dica está dada! Quando eu assistir o filme posso dizer se valeu a pena esperar, e comentar!



sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Herdeiros de Romeu e Julieta.

Estamos acostumados a ver em série, novelas, especiais, em quase todo tipo de exibição, o mocinho que gosta da mocinha mas não pode, ou não consegue ficar com ela por diversos motivos,pessoas ou situações. Não sei de onde vem a idéia inicial, mas só me faz pensar em uma hipótese: essa é uma herança de Romeu e Julieta! Casal que tenta a qualquer custo ficar junto é uma história que sempre rendeu, em livro, cinema, tv. Se a receita deu certo, porque não propagá-la? Mas, nenhum dos roteristas e escritores imaginam que esse enredo já está batido? Desde que consigo entender o que vejo, estão aí novos casais, e a minha indignação se dá somente agora, porque ao ver nessa segunda-feira a nova temporada de Malhação, fiquei revoltada! Toda temporada tem o moço bonzinho que gosta da moça boazinha, mas tem sempre um mau ou uma má que quer separar o casal. São quantos anos dessa "novela"? Quantas vezes teremos que ver o mesmo enredo só mudar de personagem? É deveras cansativo. Muitas vezes não termina em tragédia, como na trama original de William Shakespeare, na verdade, na maioria das vezes, quem sofre mais são as pessoas que acompanham a trama, por querer ver logo todos unidos. Admiro filmes inteligentes que o objetivo é algo mais do que te ver roendo as unhas para que tudo dê certo. Adoro quando o personagem principal morre, fica sozinho, qualquer coisa que fuja do esteriótipo do sempre feliz para o dois que lutaram até conseguir ficar junto. Já está batido demais... Mas, assim como tem gente que não se cansa de ver, também tem gente que não se cansa de produzir. Cópias de cópias, uma atrás da outra, insistentemente. A onda está até em um de meus filmes favoritos, no Hellboy, onde o personagem principal é apaixonado por Liz Sherman e sempre foge para vê-la! E o que acontece no final? Ele fica junto dela. Em HQ temos casais que não conseguem ficar junto, porque o superherói não pode revelar sua identidade, como Superman, Homem Aranha (se bem que depois de tanto ficarem longe, acabam casados) e assim por diante. Em qualquer meio de entretenimento, é uma história que rende, e rende muita história, muitos vilões, muitas trapalhadas, muitas risadas e muito nervosismo, porque no final, você só quer ver os dois juntos. Coisa que não conseguimos ver no original, e esperamos ver em outros lugares, até mesmo em nossas vidas. Somos sonhadores, queremos idealizar como será ao encontrarmos a pessoa que escolhemos para ficar o resto de nossas vidas juntos, embalados na mais clássica história de amor que conhecemos. Mas assim como na vida real, nem sempre o objetivo é ficar com alguém, as vezes o personagem é um lobo solitário, que segue seu caminho sem se preocupar com quem ficará no fim de tudo. Suas peças marcaram nossos tempos, William Shakespeare era um grande escritor, mas como será que ele reagiria ao ver uma de suas obras, tão banalizadas? Talvez ele esteja se remexendo no caixão nesse momento...

sábado, 10 de janeiro de 2009

Assista: Ten Inch Hero!

A história do filme é: Se passa em uma cidade litorânea, onde os personagens principais são cinco funcionários de uma lanchonete, que faz sanduíches por tamanho, como o nosso conhecido "SubWay". Um lugar bem descontraído onde um tenta ajudar ao outro, como no caso de Piper, que tenta encontrar sua filha que foi adotada, Priestly que está sempre disposto a discutir assuntos diversos durante o expediente, Tish, a gostosona que só pensa em se dar bem, Jen, a funcionária nerd que é apaixonada por um cara na net e o chefe, Trucker, que é o mais velho e um simpático hippie. O filme vale por várias cenas, como uma conversa entre as três garotas com frases de músicas dos Beatles, ou Priestly, o rapaz de moicano azul comprando absorvente no supermercado, e músicas legais de fundo.
Sobre o filme: No começo você pensa que é mais um filme de jovens americanos que só pensam em se dar bem, e que não vai além disso, mas a mensagem do filme é mais profunda. Engraçado que na quinta-feira eu conversava com um amigo sobre relacionamentos baseados em aparência. Em mulher gorda, magra, enfim, pessoas que julgam para ficar junto, criticam e se deixam levar pela aparência, sem se preocupar com o conteúdo. Tanto a nerd, quanto a gostosona, quase todos do filme, acabam tirando conclusões erradas sobre as outras pessoas, julgando pela aparência. O filme mostra muito isso, que não precisa ser linda, magra, cabelos lisos e brilhantes para ficar com o cara bonito, ou que simplismente, beleza não importa. E não importa mesmo. Fico muito triste quando percebo que existem ainda pessoas vazias e superficiais que julgam dessa maneira. O pior pode não ser o que julga que eu estou gorda, o pior é quando eu me convenço de que estou gorda, e deixo de me sentir interessante, importante ou até mesmo bonita. É nessa parte que a gente se afunda devido ao que os outros pensam da gente. Você está acima do peso, mas não vê problema nisso? Que se dane quem acha que é um problema. Se você acha que enquanto não tiver uma indicação do seu médico que a sua taxa de colesterol subiu, não precisa se preocupar, então não se preocupe. Existem coisas mais importantes para se pensar. Gostei tanto do filme que assisti a duas vezes seguidas hoje, e no final, tive a mesma impressão dele: muito bom e nos faz sentir bem no final. Se você não é uma pessoa que julga, assista porque vai se identificar e perceber que existem outras maneiras de pensar. Para você que julga, o que está esperando para assistir? É um filme de 2007, e nem sei se vai passar no Brasil ou não, mas baixei na net. Tem atores de séries como Jensen Ackles, de Supernatural, Clea DuVall de Heroes e Carnival, entre outros...Voalá!

Nota: 9,5

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O que passou, passou.

Como é dificil desligar do passado... Desligar das pessoas do passado. Eu lembro da minha melhor amiga na primeira série, e da terceira série. Sempre mudava, de um jeito ou de outro. Ou a amiga ia embora, ou mudava de sala, ou eu era tão mala, que elas não me aguentavam. Existiu a casa onde passei doze anos da minha infância, a casa onde havia um pomar. Eu acordava cedo nos dias de férias, para assistir "Mundo da Lua", o leiteiro chegava com aqueles enormes barris. Enquanto nossa mãe esquentava o leite, a gente se divertia vendo o Lucas Silva e Silva aprontando. Brincávamos nas árvores, no quartinho de marceneiro do meu avô. Havia um barril de ferro com areia dentro, que eu e meu irmão usávamos como nave espacial, casa, esconderijo, tudo quanto é coisa que poderíamos imaginar. Era uma época simples, como geralmente a infância é. Mas o passado não está só na infância, está também no ano passado, no mês passado, na semana passada. Quando eu tinha que estudar eu não queria, agora que não preciso mais, sinto falta do cheiro do caderno novo,e da ansiedade da primeira aula. Como era angustiante e bom ficar esperando o professor novo entrar na sala, e descobrir com o tempo, se ele era bom ou não em ensinar, ou bom para não ensinar nada (nessa idade a gente quer mais é matar o tempo). Então vem a faculdade, onde a gente paga, sem perceber, para não aprender nada (vide a minha faculdade, não vou generalizar). E quando acaba a faculdade, a gente espera encontrar algum emprego na área, e espera... Eu fiquei só esperando. Entre um emprego e outro, um namoro e outro, a gente perde muito tempo. A gente só ganha experiência, aprende como fazer para não falhar naquilo novamente. Aprende que confiar demais pode ser perigoso, e que não confiar pode ser solitário. Mas aprende. Hoje em dia não existe mais paciência para ouvir um cd de música, mas na adolescência tinha tempo para ouvir vinil. E ouvi muito Mozart, porque aprendi a gostar. Um gosto imposto, é verdade, mas acabasse criando o gosto. Hoje baixo músicas para ouvir no celular, músicas que enjoo em três meses. Nós vamos crescendo, e perdendo o gosto em algumas coisas. O que era simples não existe mais, e só existe coisas cada vez mais complicadas. Pagar contas, assumir mais responsabilidades, nos sentir mais responsáveis até quando não somos. E assumimos tudo! Como se dependessem de nós, como se a gente tivesse começado uma nova família. Minha família ainda são só duas pessoas. E quando serão três? Então vem as contas, e desempregada, como ajudar? Então vem o ócio, e com ele várias idéias. Lembre-se "mente vazia oficina do diabo". Quem não escutou isso? Então, quando a gente não tem nada bom para pensar, lembra de quando tudo era bom. E é assim que a gente não se desliga do passado, ele é que desliga da gente, porque o tempo nos faz esquecer os detalhes, e nada será lembrado como era antes. Quando você quer se confortar, você vê seriados, novelas, filmes, lê livros, escuta música, joga, conversa e tudo mais o que faça você não se sentir sozinho, e inútil. Eu lembro todos os dias, de pessoas, lugares, ocasiões, todos momentos em que estava feliz, e me deixa triste pensar que acabou. Mas a gente vive de criar novas situações, viver tudo de novo, com pessoas diferentes, em lugares diferentes. Quer reviver? Escreva um livro! Existem várias histórias que você pode contar para outras pessoas, e elas podem se interessar. Só não pense que sua vida passou, à toa.