
Achei essa imagem na net, e achei bem legal. Unir um ícone como "Os Simpsons" em fomato de mangá, é demais! Como um estilo diferente pode mudar a forma de ver os personagens, aproximando-os mais da forma real. Muito joinha!



Sinceramente? A atuação dela não foi medíocre, o personagem que tem uma inocência tão grande que chega a irritar. Mas indico para quem ficou curioso, e para quem nunca chora em filme, esse talvez mude a sua percepção nos últimos 30 minutos de filme!
Sobre o filme: É a história de um casal de viciados, onde ela é uma pintora que não vende seus quadros e ele é um poeta que não consegue vender suas poesias. Sem preocupações, sem ambições, eles vivem para o vício e para ficarem juntos, até perderem o controle e precisarem tomar ações extremas, como roubar e se prostituir. Contam com a ajuda de uma amigo, para comprar drogas ou para entrarem na "viagem" juntos. É narrado por Dan, que nos conta como é ir do céu ao inferno em menos tempo do que podemos imaginar.
Indico por que: No começo parece um filme bobo, sobre dois jovens inconsequentes, que só pensam em transar e ficarem "altos", mas ao longo do filme pude ver os efeitos das drogas na familia deles, coisa que geralmente não se vê muito na telona. O legal também é que o filme é Australiano, e tem uma dinâmica um pouco diferente dos filmes americanos. Um certo humor em momentos que ele mesmo não existe. Exibido em 2006, com o falecido Heath Ledger no elenco, o Coringa do filme Batman - O cavaleiro das trevas, e Geoffrey Rush, o Capitão Barbossa do Piratas do Caribe. Na minha opinião, uma das melhores cenas é a tentativa de desintoxicação dos dois, que resulta em algo nada bom. Filme triste, leve apesar do assunto e com um final diferente, como gosto de ver. Assista, e depois, se gostar, comente. Ou comente se não assistir, ou se não gostar...aliás, apenas comente.
Para fãs de animação em stop motion, uma notícia boa: será lançado em 13/02/2009 o filme "Coraline", de Neil Gaiman. Ele é dirigido por Henry Selick, o mesmo diretor de "O estranho mundo de Jack" e estranhamente não tem nada de Tim Burton na produção. O filme ficou em nada menos do que US$ 70 milhões, com cenários enormes e bonecos com várias expressões faciais, o que deve ter dado muito trabalho, mas deve compensar no resultado final.
A história é baseada no livro de Neil Gaiman de título homônimo, em que uma garotinha entediada por ter que ficar em casa em um dia de chuva, acaba encontrando uma passagem para um mundo parelelo na enorme casa que mora. Nesse mundo paralelo existem as mesmas pessoas que no mundo real, só que diferentes, algumas mais divertidas, outras mais sombrias. Coraline tem que decidir entre ficar no lugar onde seus pais são divertidos, ou no mundo real, onde tudo parece muito chato. É uma história de Alice no país do espelho aos olhos de Neil. Parece ser bom, e já estou na espera para ver como será que eles gastaram US$ 70 milhões em uma animação. A dica está dada! Quando eu assistir o filme posso dizer se valeu a pena esperar, e comentar!
Estamos acostumados a ver em série, novelas, especiais, em quase todo tipo de exibição, o mocinho que gosta da mocinha mas não pode, ou não consegue ficar com ela por diversos motivos,pessoas ou situações. Não sei de onde vem a idéia inicial, mas só me faz pensar em uma hipótese: essa é uma herança de Romeu e Julieta! Casal que tenta a qualquer custo ficar junto é uma história que sempre rendeu, em livro, cinema, tv. Se a receita deu certo, porque não propagá-la? Mas, nenhum dos roteristas e escritores imaginam que esse enredo já está batido? Desde que consigo entender o que vejo, estão aí novos casais, e a minha indignação se dá somente agora, porque ao ver nessa segunda-feira a nova temporada de Malhação, fiquei revoltada! Toda temporada tem o moço bonzinho que gosta da moça boazinha, mas tem sempre um mau ou uma má que quer separar o casal. São quantos anos dessa "novela"? Quantas vezes teremos que ver o mesmo enredo só mudar de personagem? É deveras cansativo. Muitas vezes não termina em tragédia, como na trama original de William Shakespeare, na verdade, na maioria das vezes, quem sofre mais são as pessoas que acompanham a trama, por querer ver logo todos unidos. Admiro filmes inteligentes que o objetivo é algo mais do que te ver roendo as unhas para que tudo dê certo. Adoro quando o personagem principal morre, fica sozinho, qualquer coisa que fuja do esteriótipo do sempre feliz para o dois que lutaram até conseguir ficar junto. Já está batido demais... Mas, assim como tem gente que não se cansa de ver, também tem gente que não se cansa de produzir. Cópias de cópias, uma atrás da outra, insistentemente. A onda está até em um de meus filmes favoritos, no Hellboy, onde o personagem principal é apaixonado por Liz Sherman e sempre foge para vê-la! E o que acontece no final? Ele fica junto dela. Em HQ temos casais que não conseguem ficar junto, porque o superherói não pode revelar sua identidade, como Superman, Homem Aranha (se bem que depois de tanto ficarem longe, acabam casados) e assim por diante. Em qualquer meio de entretenimento, é uma história que rende, e rende muita história, muitos vilões, muitas trapalhadas, muitas risadas e muito nervosismo, porque no final, você só quer ver os dois juntos. Coisa que não conseguimos ver no original, e esperamos ver em outros lugares, até mesmo em nossas vidas. Somos sonhadores, queremos idealizar como será ao encontrarmos a pessoa que escolhemos para ficar o resto de nossas vidas juntos, embalados na mais clássica história de amor que conhecemos. Mas assim como na vida real, nem sempre o objetivo é ficar com alguém, as vezes o personagem é um lobo solitário, que segue seu caminho sem se preocupar com quem ficará no fim de tudo. Suas peças marcaram nossos tempos, William Shakespeare era um grande escritor, mas como será que ele reagiria ao ver uma de suas obras, tão banalizadas? Talvez ele esteja se remexendo no caixão nesse momento...
A história do filme é: Se passa em uma cidade litorânea, onde os personagens principais são cinco funcionários de uma lanchonete, que faz sanduíches por tamanho, como o nosso conhecido "SubWay". Um lugar bem descontraído onde um tenta ajudar ao outro, como no caso de Piper, que tenta encontrar sua filha que foi adotada, Priestly que está sempre disposto a discutir assuntos diversos durante o expediente, Tish, a gostosona que só pensa em se dar bem, Jen, a funcionária nerd que é apaixonada por um cara na net e o chefe, Trucker, que é o mais velho e um simpático hippie. O filme vale por várias cenas, como uma conversa entre as três garotas com frases de músicas dos Beatles, ou Priestly, o rapaz de moicano azul comprando absorvente no supermercado, e músicas legais de fundo.
Sobre o filme: No começo você pensa que é mais um filme de jovens americanos que só pensam em se dar bem, e que não vai além disso, mas a mensagem do filme é mais profunda. Engraçado que na quinta-feira eu conversava com um amigo sobre relacionamentos baseados em aparência. Em mulher gorda, magra, enfim, pessoas que julgam para ficar junto, criticam e se deixam levar pela aparência, sem se preocupar com o conteúdo. Tanto a nerd, quanto a gostosona, quase todos do filme, acabam tirando conclusões erradas sobre as outras pessoas, julgando pela aparência. O filme mostra muito isso, que não precisa ser linda, magra, cabelos lisos e brilhantes para ficar com o cara bonito, ou que simplismente, beleza não importa. E não importa mesmo. Fico muito triste quando percebo que existem ainda pessoas vazias e superficiais que julgam dessa maneira. O pior pode não ser o que julga que eu estou gorda, o pior é quando eu me convenço de que estou gorda, e deixo de me sentir interessante, importante ou até mesmo bonita. É nessa parte que a gente se afunda devido ao que os outros pensam da gente. Você está acima do peso, mas não vê problema nisso? Que se dane quem acha que é um problema. Se você acha que enquanto não tiver uma indicação do seu médico que a sua taxa de colesterol subiu, não precisa se preocupar, então não se preocupe. Existem coisas mais importantes para se pensar. Gostei tanto do filme que assisti a duas vezes seguidas hoje, e no final, tive a mesma impressão dele: muito bom e nos faz sentir bem no final. Se você não é uma pessoa que julga, assista porque vai se identificar e perceber que existem outras maneiras de pensar. Para você que julga, o que está esperando para assistir? É um filme de 2007, e nem sei se vai passar no Brasil ou não, mas baixei na net. Tem atores de séries como Jensen Ackles, de Supernatural, Clea DuVall de Heroes e Carnival, entre outros...Voalá!
