terça-feira, 18 de maio de 2010

Vapt Vupt dos filmes que vi na semana!

O que fizeram com o Mickey Rourke? Aliás, o que ele fez com ele mesmo ao longo desses anos?Botox? Vixe... Medo dele!

 Homem de Ferro 2: Na continuação do primeiro filme do super herói, passado seis meses, um russo vingador (da foto acima), vai atrás de Tonk Stark, para desmoralizá-lo perante o mundo (ou só os EUA, porque é só pór lá que o Iron Man dá as caras). Durante o filme ele acaba se aliando a um concorrente no mundo das armas de Stark, e os dois só pensam em vencer o homem por trás da máscara de ferro e queridinho do país.
Na minha opinião, uma das melhores cenas do filme é a da foto acima, quando o Ivan Vanko (ou conhecido como Chicote Negro nas HQ's) aparece no meio de uma corrida de fórmula 1, na cara e na coragem, ou no peito e na coragem, e tenta eliminar o Tony.  
Robert Downey Jr. conversando durante o intervalo de uma cena com o diretor Jon Favreau, que pra quem não sabe, é o motorista Happy Hogan.

Ao sair do cinema tive a sensação que o filme falhou em algo, e comecei a pensar no que poderia ser: uma gostosona como secretária? Não pode ser porque ela também existe na HQ. Um romance entre patrão e funcionária? Clichê, mas não incomoda muito. Mas porque um filme que tinha tudo para me conquistar, como foi o caso do primeiro, não conseguiu? Fui ver o filme com meu marido e um casal de amigos, e como sempre faço quando saio do cinema, olhei para todos e perguntei: o que acharam? Todos se entreolharam e soltaram um: legal. Legal? Era pra ser só legal? Falharam.
Terrence Howard foi substituído por Don Cheadle, e segundo a produtora, devido a questões de salário.

Uma das coisas que me chateiam em continuações, além delas existirem, é quando substituem um ator. Tá certo que nem meu marido, nem o casal de amigos percebeu que fizeram essa mudança, mas eu como detalhista que sou, percebi. E não gostei. Mais um motivo para ter achado o filme, simplesmente, legal. 

Nota: 5

 Alice in Wonderland: Diziam ser o filme mais esperado do ano. Como aconteceu com Avatar, não tive muita paciência de esperar as salas darem uma esvaziada, e acabei vendo em outro lugar (baixei, eu assumo).  Adapatado dos dois livros de Lewis Caroll, Alice no País das Maravilhas e Alice no País do Espelho (livro este que tenho com orgulho), esse filme de tom pouco sombrio para o feitio de Tim Burton, animou e irritou muitas pessoas. A história começa quando Alice tem dezenove anos e está prestes a ser pedida em casamento. Fugindo do pedido, ela segue o coelho branco, figura que ela sonha desde os seis anos de idade. Ao cair em outro mundo, conhece várias figuras, como gêmeos desproporcionais, flores e ratos falantes, animais imensos que tentam lhe capturar e o tempo todo ela afirmava estar em um sonho seu, como o que tinha desde a infância. Na verdade, ela realmente tinha estado em Wonderland (como ela mesmo apelidou o lugar quando criança) e o povo esperava sua volta para o Fabulous Day, dia em que ela mataria um animal controlado pela Rainha de Copas, tirana e mesquinha, e assim os dias de reinado da Rainha Branca, sua irmã, voltariam ao mundo.
O que percebi das pessoas que criticaram o filme é que a maioria não leu, ou não conhece o livro Alice no País do Espelho, o que é importante para entender certas partes e certos personagens. Quem não leu nenhum dos dois pode achar uma história bem viajadinha, mas não saiu da mente de Tim Burton. Os cenários, por mais computação gráfica que sejam, tem bem menos clima sombrio como é de costume, provavelmente por ser um filme da Disney. Vai saber...
Três grandes personagens na história: o Chapeleiro, a Rainha de Copas e Alice!
 O Gato de Cheshire rouba a cena!

Sou suspeita para dizer que o personagem que mais gostei foi o do Gato de Cheshire. Com seu sotaque britânico e indiferença que lhe é incabido, rege maestralmente na sinfonia de loucura que o filme segue. Suas cenas de aparecer e desaparecer ficaram muito bem feitas. Já o Chapeleiro, senti algumas coisas meio Jack Sparrow nele. Acho que o mais maluco que o Johnny Deep consegue ser, é parecido com o nosso querido pirata. Parabéns Tim Burton! Algumas pessoas conseguiram entender o que você quis contar e mostrar com o filme. Sinto-me honrada em ser uma delas! Indico o filme para quem tem imaginação, quem não tiver, não perca seu tempo. Vão querer comparar com o desenho da Disney, e sinto muito, mas irão se decepcionar mesmo assim. Não é para ficar igual, é para ser diferente.
Nota: 9

 G.I. Joe, a origem do Cobra: Já começo dizendo que só vi por insistência do meu marido. Não gosto de filmes de guerra. Na falta de opinião, eu colo de outros sites: "A equipe de elite da GI JOE passa pelo deserto do Egito até as profundidades das calotas polares, usando o que há de mais recente em equipamentos de espionagem e militares para lutar contra o corrupto traficante de armas Destro e a crescente ameaça da misteriosa organização Cobra, para prevenir que eles mergulhem o mundo em um grande caos.".

Não marcou minha vida, não ficou na minha cabeça por dias, portanto, sem opinião sobre o filme. Assiste quem gosta do estilo, ou para quem tinha os bonequinhos. Meu marido adorou.

Nota: 1
Guerra ao Terror: Fique aqui registrado que assisti para saber o porque de tanto auê (já que ele ganhou o Oscar desse ano). Como disse no comentário acima, não gosto de filmes de guerra. O que me coloca em uma posição difícil em dar alguma opinião. Na ausência de lembrança da história, vou colar de novo: "Para um grupo de soldados americanos, alguns dias os separam do retorno para casa. Um período relativamente curto, se não fosse por tantas ocorrências que transformassem esse fim de jornada em um verdadeiro inferno. As forças armadas precisam de especialistas não só nos campos de combate mas também no dia a dia, na proteção do grupo contra insurgentes que promovem atentados, matando milhares de cidadãos.".

Acho que o filme vale pelas cenas tensas do desarmamento de bombas. Parece que somos nós lá, naquele calor escaldante, com uma roupa que pesa uns cinquenta quilos, tentando desfazer uma bomba para salvar vidas que não são do nosso país. Bonita história de ajuda humanitária. Clima praticamente desértico. Boas atuações, e dá pra perceber o amor que o personagem de Jeremy Lee Renner tem por sua profissão de desarmador de bombas. Vale ver por ele. Não pretendo assistir de novo. Ainda acho que haviam outros bons filmes no páreo. Ainda não entendi porque ganhou. Talvez, ao invés de Guerra ao Terror, os jurados do Oscar declararam guerra ao James Cameron...vai saber...

Nota: 5

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Raça Rugby Ribeirão, agora também tem o Feminino!

Nunca fui uma garota muito ligada a esportes. Na infância fazia aula de educação física por obrigação. Na época do roller in line, andei muito e cheguei até a estourar o queixo em uma queda. Depois foi a fase da bicicleta, em que eu dava voltas e voltas com ela, junto com um amigo e minha irmã. Aos quinze tive a fase natação, onde de aprendiz passei a integrar a equipe de natação do SESI, por dois anos. Com o tempo vieram as faculdades, namorados, empregos, aumento na responsabilidade, no peso e na carga horária, quase não sobrando nada para atividades esportivas, e é assim que alguém se transforma em sedentária.
Time masculino de rubgy de Ribeirão Preto, o Raça Rugby Ribeirão, em um jogo contra o time Bandeirantes, de São Paulo.

O que isso tem a ver com o rugby? Tudo! Agora aos 28 anos, descobri que estava sendo formada em Ribeirão Preto, minha cidade, um time de rugby feminino. Sabendo que o jogo vem da inglaterra, e que não é muito convencional, me conquistou para assistir os treinos. No primeiro treino já fiz parte do time, que até então tinha quatro jogadoras. Hoje estamos com um total de dezesseis, e o número só cresce, em um curto espaço de dois meses. É para todas, já que não tem distinção de tamanho e peso. Exitem tanto as pequenas e magras quanto as maiores e mais cheinhas. Todos tem o seu papel dentro do jogo.O esporte é pouco divulgado e infelizmente é difícil conseguir patrocínio.

O time da cidade treina no campus da USP, e foi formado em 1992 por alunos da medicina, por isso carrega em seu brasão a águia, símbolo do curso, e um pinguim segurando uma bola de rugby, já que Ribeirão Preto é conhecido por seu bar tradicional, o Pinguim. Ao longo dos anos alguns jogadores entraram e outros saíram, e devido a iniciativa dos mesmos, acabaram incentivando a criação do time feminino, já que são eles mesmos que têm nos treinado.
Time masculino de rubgy de Ribeirão Preto, o Raça Rugby Ribeirão, em um jogo contra o time Bandeirantes, de São Paulo.

Existe a dificuldade de explicar o que é, já que a maioria das pessoas nunca ouviu falar desse esporte. Costumo explicar que é como um futebol americano, mas que se joga a bola para trás e não usa aquelas proteções. É a maneira mais fácil e curta, mas na verdade é um jogo bem complexo, devido as regras e nomes, todos em inglês. Rugby, pelo menos para mim, é o esporte com mais espírito de equipe que existe. Você precisa dos seus companheiros de jogo para executar uma boa jogada. No jogo Rugby Union, que tem 15 jogadores de cada lado, cada tempo tem 40 minutos, sendo eles dois. O terceiro tempo é quando, após o jogo, o time da casa recebe o time visitante, e todos bebem juntos. Pela tradição, o time da casa banca o terceiro tempo.
Time do Bandeirantes no bar do Marcão. Lanchinho e cerveja por conta da casa!

Como uma variação do time, nós estamos procurando seguir o mesmo estilo de brasão e nome, acrescentando somente a palavra feminino no brasão e um desenho que substitua a águia da medicina, já que nenhuma integrante do time feminino faz esse curso. O time masculino está em um campeonato no momento, e já ganhou diversos títulos ao longo desses anos de existência. A gente só tem a torcer por eles. Um dos integrantes do masculino joga hoje na seleção brasileira de rubgy, o que nos faz ter mais vontade ainda de chegar lá!
Em cima: Sis, Carol, Lívia, Miranda, Thauana. Embaixo: Alexia (eu) e Amanda.

Na foto acima está somente uma parte do nosso time. Ainda não conseguimos tirar foto com todas. Nossos treinos são de segunda e quarta e por enquanto é só treino. Não temos jogos marcados, mas agora é uma fase de pegar fôlego, treino intenso de força para aguentar ir ao chão. O treino é pesado para quem não pratica nada, como é o caso de algumas do time.
Eu tirando foto do jogo do RRR x Bandeirantes.

Em cima: Paula, Sis, Ema, Carol, Amábile e Mari An. Embaixo: Lívia, Renata, Hayashi, Eu e Amanda. Ainda não estão todas. Foto pós treino, cansadas, suadas e sujas! Viva o Rugby!
A gente se diverte! A cada treino a gente gosta mais! É possível? Sim, é!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Tim Burton ataca de stop motion novamente!

Ainda não vi o último filme de Tim Burton, o "Alice no País das Maravilhas", porque nunca consigo marcar um dia bom, que não tenha fila no cinema, mas bisbilhotando na net, achei a notícia: "A Família Addams" em 3D é o próximo projeto de Tim Burton, ainda em alta por causa de "Alice no País das Maravilhas". O estúdio Illumination Entertainment, um dos braços da Universal, acaba de confirmar à Folha a informação, divulgada hoje pelo site "Deadline Hollywood".

Mas não pense você que ele vai refilmar Wandinha e Mortícia da maneira que conhecemos, o longa vai ser inspirado nos cartoons originais, que acabam de sair em um livro, uma exposição e um musical da Broadway.

Olha o original aí! O desenho veio depois da série na tv, sendo produzida em 1973, pela Hanna-Barbera. Em 1992 teve uma nova versão devido ao seu sucesso anterior.
Seriado de 1964, teve 64 episódios, em 2 temporadas, sendo produzida em preto e branco, que inspirou o desenho animado.
Na telona foram produzidos até hoje 3 filmes, em 1991 e 1993, com o elenco acima, e outro em 1998, com elenco diferente.

Estou esperando para ver! Será que vai ser bom? Forçado? Sem data ainda... vamos ter que esperar...

sábado, 1 de maio de 2010

Séries de TV aberta? Rola?

Desde que acabou o famigerado Big Brother Brasil, e essas novas ou não tão novas séries, tem passado na emissora aberta Globo, estou para fazer esse post. Mas me faltava tempo. Triste constatar que a emissora número um no Brasil, não dê a importância que merece a passar seriados norte americanos, que lá substituem as nossas novelas aqui. Não sei se produzir suas próprias séries é mais barato do que comprar o direito de exibir séries de outras emissoras, mas a Globo investe forte nas suas produções. Entra ano, sai ano, eles renovam a grade de programação com novas séries, e algumas permanecem, como o caso de "A Grande Família". A Globo só investe para comprar séries infantis no dia de hoje, mas ainda assim, comprou o direito de exibição da série "Glee", que não podemos chamar de infantil. Nesse ano, são as seguintes:

A Grande Família é exibida desde 29 de março de 2001. É uma reinterpretação da série de mesmo nome, exibida entre 1972 e 1975, mas com personagens mais atualizados a nossa realidade. Outros personagens foram incluídos, e deixou de focar apenas na família, como a cabelereira Marilda, o mecânico Paulão,  namorada do Tuco, a Gina, o chefe de repartição Mendonça, o pasteleiro Beiçola e sua namorada na temporada atual, dona Abigail, entre outros personagens que vão aparecendo ao longo da série. Dirigido por Mauro Mendonça Filho, e tem como produtor, Guel Arraes. Na minha opinião, a melhor série brasileira. Tem humor, temas atuais, sem maldade, sem apelação ao sexo e fatos que são realmente possíveis de acontecer. Vai ao ar as quintas-feiras, após a novela das nove.

Nota:10


A Vida Alheia prometia desde as suas chamadas, e nos faz pensar que as redações das revistas de fofoca podem realmente agir dessa maneira. Com o slogan "A vida alheia é mais interessante que a sua", a série trata do cotidiano da redação de uma revista semanal, inspirada em tablóides sensacionalistas americanos e ingleses. Apesar de ter tudo para ser uma boa série, o papel de Danielle Winits tem me irritado muito, o que me faz deixar de ver algumas partes. Acho que já deu a interpretação de loira fatal. Podiam dar a ela um papel que não explorasse a sexualidade, assim poderia ter certeza que seu talento provém de uma parte interna do seu corpo, o cérebro. Do mais tenho elogio para Claudia Jimenez, que está interpretando muito bem o papel da editora chefe da revista. Sempre séria e mandona, já conquistou, para mim, o melhor personagem da série televisiva. Não sei se emplaca, passa muito tarde e por mais que tenha muito assunto no mundo das celebridades para se explorar, não sei quanto mais pode ser tirado de um tema como esse sem ser exaustivo. Direção de Cininha de Paula e roteiro de Miguel Falabella. Vamos ver quantas temporadas esse sitcom sobrevive. Vai ao ar as quintas-feiras, após "A grande família".
Nota: 3

 Força Tarefa nos conta mais sobre o mundo da polícia carioca. Está na sua segunda temporada e chama minha atenção para enquadramentos e reprodução de ótimos cenários. Alguns personagens são poucos explorados, e a história gira em torno do tenente Wilson (Murilo Benício), que está um pouco, ou muito, acima do seu peso. Não sei se foi proposital, para compor melhor o personagem de um policial em uma vida decadente. A equipe da corregedoria tem que identificar e prender policiais corruptos. Ótimo. Essa série foi ao ar ano passado pela primeira vez, aproveitando a boa fama, ou não, de uma série também policial, produzida por outra emissora brasileira. Fica a pergunta se eles correram atrás do público existente que adora o formato policial. Dirigida por José Alvarenga Jr e tem como roteiristas Fernando Bonassi e Marçal Aquino. Vai ao ar as terças-feiras, após Casseta & Planeta Urgente.
Nota:10
S.O.S. Emergência é a primeira série brasileira a tratar da saúde no Brasil. Tendo tudo para ser uma série politicamente correta e abordar temas como o descaso na saúde brasileira, ela desvia nossos olhares para uma equipe divertida e maluca, e nos distrai um pouco, para esquecer os problemas reais e nos concentrar em uma série de comédia. Assisto desde o primeiro episódio e adoro os enquadramentos e sequências. Direção de Mauro Mendonça Filho (o mesmo de A Grande Familia) e criada por Daniel Adjafre e Marcius Melhem. Estreiou esse ano, no dia 4 de abril. Vai ao ar domingo, logo após o Fantástico. Espero que vingue.
Nota: 10


 Separação?! faz parte das novas séries exibidas nesse ano. É uma sitcom sobre um casal  que descobre de uma hora para a outra que não sabe mais por que continuam juntos depois de tantos anos. Mas, por alguma razão, eles não conseguem deixar para trás a vida a dois. A vida profissional também se vê em desastre e as situações de briga se dão em qualquer lugar e na frente de qualquer um. Até um casal de amigos que se dão super bem não conseguem ficar ao lado desses dois que implicam tanto um com o outro. Sinceramente só assisti meio episódio até agora dessa série, portanto não tenho muita opinião sobre ela. Parece legalzinho, mas não acho que vá vingar. Talvez o assunto acabe se tornando escasso. Vamos ver. Por não ter visto nem um episódio inteiro, dessa vez não vou dar nota. Dirigida por José Alvarenga Jr ( o mesmo de Força Tarefa)  e criada por Fernanda Young (que já foi roterista da série Os Normais) foi ao ar dia 9 de abril. Vai ao ar às sextas-feiras, após Globo Repórter.

No site da própria Globo, na parte de programação, eles separaram as séries (as citadas acima) e outra parte como comédia, com as seguintes atrações:
 "A grande família"
 "Cassseta & Planeta Urgente" 
Só faz graça em cima da própria programação da Globo, como na foto acima, imitando os personagens da novela "Caminho das Índias". Não sei o que aconteceu com esse programa, costumava ser engraçado. Hoje em dia eu espero ele acabar para ver Força Tarefa.
 "Os Caras de Pau"
Inspirado em peças dos dois, é um programa que vai ao ar de domingo, logo depois do programa do Didi. Reserva algumas risadas e ótimas frases como "...rebelde mindinho, volta pro ninho". Recomendo.

Existe ainda as opções "Zorra Total", e  "A turma do Didi", mas me abstenho de escrever algo sobre elas.

 A Globo tem ótimos programas na sua grade, como a que estréia esse ano, a Globo Mar. O programa tem como repórter Ernesto Paglia e Mariana Ferrão. Em pautas como o mar, pesca, surf e tudo que seja relacionado ao oceano, a série pretende percorrer mais de 8 mil quilômetros do território marítimo brasileiro. Vai ao ar de quinta feira, após A vida alheia.

Nota: 6

 Profissão Repórter já foi melhor. Volta esse ano para a programação, mas tem apresentado temas fracos. É uma pena já que Caco Barcellos é um ótimo profissional e tem que enfrentar inexperientes e desastrados aspirantes a repórter. Alguns episódios valem a pena, como um apresentado ano passado sobre a diferença entre bulimia e anorexia. Interessante mesmo é ver o Caco mandando eles refazerem a matéria. Vai ao ar terça-feira, após Força Tarefa.
Nota: 3


E o que dizer do SBT? Apesar de cortarem várias partes de filmes e séries para economizar tempo, eu gosto deles. Seu Silvio investe em séries gringas, apesar de colocar em horários humanamente impossíveis de ser ver. Tudo bem, não são impossíveis de se ver. Quando eu estava desempregada eu conseguia ver, mas ia dormir as 6 da manhã e acordava as 15 horas. Algumas séries passam em horário normal, mas reprisa muito, infelizmente. Mas tv paga também reprisa pra caramba. Séries próprias são poucas na programação do sbt. Persiste só os programas como "A praça a nossa", mas não dá pra considerar série. Eu acho que eles estão certos em compar, e não produzir. Já teve o "Ô Coitado" entre outras, que acabam caindo na mesmisse, como o "Saí de baixo" da globo, que chegou a cansar por perder o rumo. Melhor do que ver a série decair, é comprar de outros e jogar neles a responsabilidade. Segue a lista de séries exibidas na grade do SBT.
- Arquivo Morto (Cold Case)
- A paranormal (Medium)
- Amor imenso (Big Love)
- Arnold (Different Strokes
- A sete palmos (Six Feet Under)
- Blade
- Californication
- Chuck
- Desaparecidos (Without a trace)
- Divisão Criminal (The Closer)
- Eleventh Hour
- Em nome da justiça (Close to Home)
- Entourage
- Epitáfios
- Estética (Nip Tuck )
- Eu a patroa e as crianças (My Wife and Kids)
- Gossip Girls
- Harper's Island
- Kyle XY
- Lances da vida (One Tree Hill)
- Homens as pencas (Man in Trees)
- Moonlight
- O Mentalista (The Mentalist)
- O vidente (The Dead Zone)
- OZ
- Pesadelos e Paisagens (Nightmares and Dreamscapes)
- Smallville
- Sobrenatural (Supernatural)
- Terminator- The Sarah Connor Chronicles
- Um toque de vida (Pushing Dayses)
- Veronica Mars - A jovem espiã (Veronica Mars)

Preciso dizer mais alguma coisa? Bem, olhe a programação para saber dias e horários, se você for como eu, sem tv paga e que depende de postagens em sites para ver séries, ou de tvs que colocam em horários para coruja ver: http://www.sbt.com.br/series/thementalist/

A Record também tem seus seriados, vale a pena dar uma olhada na programação deles também.
Bom divertimento!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Assista: Black Snake Moan

Costumo dar uma olhada na net, pra ver filmes que vão sair, já saíram e que nem cheguei a ver que tinha existido. É o caso desse filme, Black Snake Moan,(título em português de "Entre o céu e o inferno", que não tem nada a ver com o título original, mas tem a ver com a história do filme), que me chamou a atenção só pela capa, que lembra filmes mais antigos (pelo menos eu acho) e ao ver que era a Christina Ricci no papel principal, resolvi assistir. O filme é de 2006 e nem vi se saiu ou não no cinema. Vamos lá a história dele:
É sobre: "Nesta história de amor, perda, fé e superação, Samuel L. Jackson (Pulp Fiction), indicado ao Oscar e Christina Ricci (A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça) buscam um recomeço, envolvidos pela força do blues e pela transcedência de uma improvável amizade." - Ctrl C + Ctrl V.
O que achei: Muito bom! Seja pelas cenas onde Samuel L. Jackson toca e canta blues, como por Christina Ricci, que faz o papel de uma garota ninfomaníaca, que bebe, se droga e acaba apanhando e caindo na porta do temente a Deus, papel de Samuel. Tem também o Justin Timberlake, no papel do namorado dela, que deixa a cidade para entrar no exército, mas é um papel pouco explorado.

Vi muita gente metendo o pau na atuação dele, e não achei que o problema foi ele, mas sim o papel em si. Ele é um cara que sofre com pressão, e assim como a sua namorada, eles tentam superar suas dificuldades.
Samuel tem a oportunidade de salvar uma alma, que é conhecida como uma biscate na cidade, lhe mostrando que ela deve se amar primeiro, para querer ser amada e respeitada.

Salvo dizer que ela passa algum tempo só com um top e uma calcinha branca. Samuel acorrenta ela no aquecedor da casa, para tentar colocar um pouco de juízo na cabeça dela. Boas cenas na tentativa de fuga dela.

 É um filme que me prendeu a atenção, e as cenas em que ela não consegue se controlar, louca de vontade de fazer sexo, são legais também. Vale a pena ver. Confira. Larga mão de achar que é ruim só porque tem o Justin. Vale pela ótima caracterização do Samuel e a atuação da Christina. Veja!
"Onde você pensa que vai?"

"Garota, onde está o seu short?"

Samuel L. Jackson aprendeu a tocar violão para o filme, e manda bem cantando blues. Black Snake Moan é o nome de uma de suas músicas.

Justin Timberlake como o namorado de Ricci. Poucas cenas, mal exploradas.
Christina Ricci escolheu a corrente que melhor se adaptava ao seu corpo e era de verdade. E que corpo hein! Tem algumas cenas em que ela paga peitinho.

Nota: 8

domingo, 11 de abril de 2010

Se não leu, assista!

No colégio tive que ler o livro "Ane Frank", que conta a história de uma garota judia que se refugia em um apartamento na época da segunda guerra mundial. Achei hoje esse especial, produzido pela ABC em maio de 2001, e passou na tv como mini-série. Baseado no livro de Melissa Müller, “Anne Frank”, mostra Anne antes e depois de se refugiar.
"Annelisse Maria Frank, em 1945, nove meses após a sua deportação, morre de tifo aos 15 anos no campo de concentração de Bergen-Belsen, e tornou-se um ícone do Holocausto no pós-guerra com a publicação do diário que ela manteve durante os dois anos em que sua família permaneceu escondida num minúsculo apartamento-sótão em Amsterdam.
A Fundação Anne Frank se recusou a chancelar (Atestar legitimidade) a minissérie da rede de TV americana ABC, e proibiu o uso de qualquer citação do Diário. Apesar disso, Ben Kingsley ganhou o prêmio da Screen Actor’s Guild por sua performance como Otto Frank, e Hannah Taylor-Gordon foi indicada ao Globo de Ouro e ao Emmy por sua interpretação de Anne."

Aqui está o link para baixar. Tire suas próprias conclusões dessa vez. É uma ótima história, e real, infelizmente.
http://filmescomlegenda.net/fcl/sem-categoria/anne-frank-uma-biografia-anne-frank-the-whole-story-2001/

sábado, 10 de abril de 2010

Como estragar um filme: em 7 passos!

Quem me conhece sabe que sou fã do filme "Highlander", de 1986. 
Quem me conhece sabe que assisti todas as continuações.
Quem me conhece sabe que ainda assim, mesmo que as continuações não tenham sido boas, eu comprei os originais, para colecionar. 
Quem me conhece sabe que gostei mais do primeiro, e os outros filmes são versões deturpadas de uma boa história, já que amo a Escócia. 
Mas, como quem é fã, vê tudo, decidi assistir ao último filme, o Highlander V: The Source (Highlander, A Fonte), de 2007, que nem passou nos cinemas, foi direto para dvd (pra você ver como é bom).
Recentemente eu decidi ver o filme. Em quarenta minutos eu estava tão inconformada que parei o filme e fui dormir, e desde então nunca mais tinha tocado nele. Hoje decidi terminar logo com o martírio. Uma hora e meia de sofrimento.
Vamos lá: "Duncan MacLeod (Adrian Paul) perambula por uma cidade destruída, lembrando-se de momentos em que sua vida era mais feliz, antes de perder o amor de sua vida. Descrente, Duncan passa a acompanhar um grupo de imortais, entre eles o misterioso Methos (Peter Wingfried), e também o mortal Joe Dawson (Jim Byrnes). Juntos eles iniciam uma jornada em busca da origem do 1º imortal e da fonte de sua imortalidade." Ctrl C + Ctrl V, mais uma vez.
Quer saber como estragar um filme (ou enredo do primeiro filme), com continuações sem sentido: Veremos isso em sete simples passos:
1 - Use um tema que outros filmes usam: "Em um mundo destruído, como geralmente vemos em filmes que prevêm que realmente nos auto-destruiremos, quatro imortais, e uma mortal, seguem viagem até a fonte, onde acreditam descobrir a origem de serem imortais, e descobrir mais sobre uma lenda que gira em torno da fonte."
 2 - Pegue uma regra e mude-a: "Anna, mulher de Duncan, se separa dele por não poder lhe dar filhos. Mas ao encontrar um líder imortal de uma seita, ele diz a Anna que ela carregará um filho, e ela concorda.". Para quem não conhece a saga, imortais não podem ter filhos, assim sendo, Anna não pode ficar grávida dele.
 Duncan Macleod e Anna Macleod

3 - Invente um personagem tosco, e que se parece com um personagem de um  jogo de vídeo game de terror, pra ver se assim dá medo em alguém: "O guardião é um homem forte, ágil, e tenta eliminar os mais fracos para só o mais forte chegar até a fonte e lutar contra ele, para assim receber o prêmio final". Falta dizer que o cara é um sádico e retardado. Não existe outro personagem mais idiota no filme. A primeira vez que aparece (foto abaixo), chega a lembrar as duas figuras também patéticas, que aparecem no segundo Highlander, que sob as ordens do general Katana, vão até a terra (ou passado, segundo a versão do diretor) e tentam matar Connor Macleod.
 O Guardião de Highlander V e Pyramid Head, do jogo Silent Hill


 4 - Pegue cenas de lutas e faça com que pareçam ensaiadas, faça faíscas saírem das espadas quando se encontram e faça cenas de lutas no escuro, assim ninguém saberá quem é quem, o suspense aumenta e você torce pra que, o único homem que sai vivo da luta seja o mocinho: Isso realmente acontece várias vezes no filme. Tem uma cena que está tão escura que não dá pra saber quem é quem. Na cena acima é só tosco mesmo, os golpes e a técnica de luta. Parece que treinaram com o Didi Mocó.


 5- Invente um imortal que além de fazer parte da igreja católica, seja egoísta e tenha um péssimo penteado: Não sei qual foi a intenção ao criar o personagem do Giovani, mas...


6 - Faça alguns bobos percorrem um longo caminho, mate alguns deles até chegarem lá, e quando chegarem, não explique nada. Faça jogos de luz, um bonito cenário e deixe assim mesmo: Sério, você perde uma hora e meia, para ver o que é a tal fonte, e  não e nada mais que uma luz cegante, planetas alinhados e um bebê que surge do nada, perfeitinho... Bem, eu não gostei, isso é fato. Se fosse um filme qualquer, de ficção científica, talve até desse pra engolir, mas dizer que é continuação do filme que tanto gosto, aí já é demais...


7 - Pegue a trilha sonora, tão conhecida, e coloque uma banda tosca cantando: Sem comentários.


Se a intenção era criar um filme que todos os fãs da saga Highlander, detestassem, eles chegaram lá! O diretor dessa obra medonha é Brett Leonard, lembre-se dele. Os produtores Peter Davis e Bill Panzer anunciaram que as partes V, VI e VII, formarão uma trilogia."Cada filme será completo, mas os três juntos formarão uma história maior", revelou na ocasião o ator Peter Wingfield (que interpretou Methos na série de TV). A franquia Highlander é formada por quatro filmes, duas séries de TV e um desenho animado. Franquia. Isso me lembra McDonalds... Acabaram com Highlander quando tornaram ele um produto. Parabéns se a intenção era estragar o filme! Foram bem sucedidos na tarefa. Será que ainda assim teremos a parte VI e VII? É pagar pra ver, ou não. Você talvez nem tenha que pagar, se for como esse, vai direto para dvd, e dvd vem pra net rapidinho...


Nota: 1


Agora, se você é ruim de memória, vamos lembrar um pouco dos outros filmes da saga (ou franquia como eles dizem):
Highlander (Highlander, O guerreiro Imortal)  de 1986: Conta a história de Connor Macleod, como ele descobriu em um campo de batalha que era imortal, e por isso foi banido do seu clã. Aparece o misterioso Juan Sanchez Villa-Lobos Ramirez (Sean Connery), e lhe ensina que no final só pode haver um. Ele luta contra o terrível Kurgan, que está atrás do que eles chamam de prêmio.
 
Highlander II: The Quickening (Highlander, A Ressureição), de 1991: Esse filme foi prematuramente distribuído pela produtora, e por isso perdeu o foco da história. Para quem tem a versão do diretor, como eu tenho, pôde ver a história na íntegra de como deveria ser. O filme se passa no futuro, onde a terra é protegida por uma redoma de energia, já que os raios solares estavam matando as pessoas.
Highlander III: The Sorcerer (Highlander, O Feiticeiro), de 1994: Vou falar a verdade, pouco lembro desse. Eu tenho, já vi umas duas vezes, mas não consigo lembrar da história. O que mais lembro desse filme é a cena em que Connor corta o feiticeiro (da foto acima) no meio, e ele se "recola", podemos assim dizer.
Highlander: IV Endgame (Highlander, A Batalha Final), de 2000: Por mais que o nome do filme fosse "Endgame", infelizmente não foi o fim e fizeram o famigerado quinto filme, mas, deixando a minha insatisfação de lado, vamos a história do quarto filme. Nesse longa é apresentado o personagem do Duncan Macleod, primo de Connor. Ele já era conhecido da série que leva o nome da saga, mas eu nunca tinha assistido, por não ter tv paga. Junto com o personagem do Duncan que veio da série, trouxeram outros personagens e pontos da história junto. Assisti esse filme no cinema, duas vezes. Gostei dele por ter mostrado a única mulher de toda história que também era imortal. Infelizmente deixa a desejar nas cenas de luta entre Connor e outros imortais (que brotam nesse filme), já que dá pra ver que é um dublê usando uma peruca ridícula. Christopher Lambert já está velhinho para fazer esse tipo de filme, e infelizmente não é mais o mesmo de 1986. Peninha. Recomendo ver para quem gosta de Highlander, por dar continuidade na história.


Aqui, umas preciosidades do primeiro filme:
Poster do filme, com as cabeças decepadas, e uma cena de um show (ou clipe, não tenho certeza) do Queen (pra quem não sabe, fez toda a trilha do primeiro filme e algumas músicas nos outros) e Connor Macleod, vestido a caráter. Muito bom para o baú de antiguidades da Alexia... =D

terça-feira, 6 de abril de 2010

Quem se inspirou em quem?

Marcelo Dourado do BBB e Cebolinha jovem.