sábado, 13 de março de 2010

Meu mais novo bebê!

Finalmente tive coragem de fazer minha tatuagem. Sou corajosa, porque mesmo estando desempregada e ameaçada a ser tirada do testamento da minha mãe, eu fui lá e fiz! Bem, eu não, o Pasck. E eu confiei nesse homem como nunca confiei em outro homem. Entreguei para ele o meu ombro, e deu no que deu:
Primeiro ele coloca o desenho no corpo pra ver onde vai ficar, e é em cima desse desenho, que ele faz a tatuagem. Escolhi um peixe japonês porque amo, e no ombro porque achei que doeria menos.
Depois de traçado. Os detalhes começam a aparecer.
Essa é a Marina, minha amiga e foi minha fotográfa por um dia. O dia foi um evento para nós duas!
Nem dói viu!
É um misto de tinta vermelha e sangue, podemos assim dizer.
He comes the yellow!
E eu achava que a tinta ficava na arminha com agulhas. Pobre ignorância a minha. Ele mergulha as agulhas na tinta, como uma pena no nanquim.
Retocando no amarelo.
Verde nas sákuras!
Trabalho com muita higiene! Primordial!
Esse é o Pasck, trabalhando.
No fim, tirando fotos na entrada do estúdio.
E ficou assim! Lindo, mas ainda vermelho. Quando cicatrizar certinho, vou postar. Lembre-se, muito cuidado pós tatuagem. Tem que lavar com protex, passar pomada, colocar o plástico em cima, durante 3 dias. Ficar 15 dias sem nadar no mar, piscina e tomar sol. Depois de tudo, ficará uma linda imagem na pele. Viva todos os peixinhos!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Vapt Vupt de filmes que vi nessa semana:

Percy Jackson e o ladrão de raios: O que posso dizer? É um filme legalzim. Tem um roteiro que poderia ter sido explorado melhor. Garoto que é filho de um Deus grego e uma mortal tem que livrar o mundo de uma guerra, encontrando quem roubou o raio de Zeus. Tem Uma Thurman como Medusa. Filme pra sessão da tarde.

Nota: 4

A Bela e a Fera: Clássico é clássico! É um dos meus filmes favoritos e fiquei com vontade de rever. A história é conhecida, e emociona ao ver uma fera tentando se controlar ao lado da Bela. O amor deles nasce em pouco tempo, e faz com que se quebre uma maldição. Lindo.

Nota:9,5

Alvin e os esquilos 2: Se não bastasse existir 3 esquilos que falam e cantam, nesse filme surgem mais 3 esquilos falantes, e melhor ainda, fêmeas e que são a versão feminina de cada personagem. É, a graça do primeiro filme é meio ofuscada por essa sequência. Existe toda uma competição entre os dois trios, e o produtor malvado do primeiro filme está de volta e apronta a mesma coisa com as esquilinhas. Qual é o feminino de esquilo? Bem, não sei, mas caso queira ver mais animaizinhos em cg cantando e dançando, esse filme é um prato cheio. Divirta-se.

Nota: 5

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Assista: The Imaginarium of Doctor Parnassus!

Geralmente, só de bater o olho em uma capa de livro, ou no título dele, já sei se vou gostar ou ao menos sei que vou fazer o sacrifício de ler (caso eu não tenha tempo hábil), acontece o mesmo com filmes. Ao bater o olho na imagem acima, me deu muita vontade de ver o filme. Ao ver o trailer, fiquei com mais vontade ainda. Eu não sabia que esse era o último filme de Heath Ledger, para mim ele tinha morrido logo após o final das gravações de Batman, o Cavalheiro das Trevas.
Mais uma vez eu sinto que roubaram um sonho meu e o transformaram em filme. Me lembra muito o estilo de Tim Burton, que gosto muito, e apesar de ter Johnny Depp, não foi dirigido e idealizado por Burton, mas sim por Terry Gilliam, eternamente lembrado por ter feito parte da trupe televisiva Monty Python. Segue o fato: o filme é muito bom! Apesar do Heath ter morrido durante as gravações, Terry conseguiu terminar sua obra prima com bastante classe e fez sentido dentro da loucura do enredo.
Uma das coisas que mais curti no roteiro, é que lembra muito um livro que escrevi e que ainda não tive coragem de ir atrás de publicar. Provável que quando o faça, já terão usado todas as minhas idéias dele. No meu livro, um homem muito sábio também é tentado por um demônio com a promessa de vida eterna, em troca de seu filho... é...mais uma vez meu livro ficou pra trás. Será que dá para fazer datação de carbono no original do meu livro para provar que escrevi em 1997...
Vamos ao filme:
O imaginário de Dr. Parnassus é uma trupe itinerante, composta por Dr. Parnassus, sua filha de 16 anos Valentina, o anão Percy e Anton, o ajudante apaixonado por Valentina. Eles viajam o país (Inglaterra), levando histórias as pessoas, que não tem tanto interesse em ouvir.
Oferecem um lindo espetáculo através de um espelho, onde um mundo criado pela imaginação do milenar Dr. Parnassus os faz tomar a escolha do certo e do errado. Tudo parece correr bem na pobreza onde estão acostumados a viver quando aparece o misterioso Sr. Nick.Segundo Parnassus, esse sr seria o próprio diabo, e que teriam feito um pacto a muitos anos atrás, e seguindo várias apostas, deu vida eterna ao Dr. Parnassus e lhe concedeu o poder do imaginário através do espelho. Sr. Nick quer sua filha Valentina, e quem coletar 5 almas primeiro, ficará com a menina. A coleta de almas se dá através do espelho, na escolha das pessoas pelo certo ou pelo errado.
O anão Percy, parece o Mini Mim.
Nesse ponto surge esse homem misterioso (Heath Ledger), que parecia morto, enforcado sob a ponte. Valentina e o resto da trupe o salva e ele começa a ajudar nos espetáculos, já que se diz desmemoriado, e quer ajudar em troca de lhe terem tirado debaixo da ponte. Sua vida é cercada de mistério...
Valentina e Anton, o mágico de cartas.

Dr. Parnassus desconfia que Tony trabalha para o Sr. Nick e que quer lhe propor outra aposta, e ele está desesperado para salvar sua filha da aposta. Parece o Dumbledore não é?

Tony, tem a idéia de transformar o formato do espetáculo para trazer mais clientes. Ele escutou a conversa do Sr. Nick e de Parnassus e quer ajudar a coletar as almas para que Valentina fique com eles.
Essa é Valentina, que tem 16 anos no filme. Na vida real tem 22!

Aqui começa a primeira transformação de Heath Ledger, já que ele morreu antes de terminarem o filme. Quando ele entra no espelho, junto com a primeira cliente, ele se transforma. Lá qualquer um pode ser quem quiser (boa sacada para usar outros atores né?) e Tony se transforma em Barry (Johnny Depp). Tony tem um dom de convencer as pessoas, e sendo assim convence essa primeira cliente a seguir pelo bom caminho, ajudando assim a coletar a primeira alma para Dr. Parnassus.
Tony na verdade deve dinheiro a máfia russa, e nesse ponto exato do filme, ele entra no espelho para fugir deles. Ele se lembra de quem é, mas como é procurado, decidiu fingir que não se lembrava para se manter escondido. Até agora ele já tinha recolhido 4 almas.

Ao entrar novamente no espelho, para fugir dos russos, que entram atrás dele no mundo do imaginário, Tony se transforma novamente (Jude Law), e fica maravilhado com escadas gigantes que chegam até o céu (a cena acima).
Na sua última transformação (Colin Farrell), ele leva Valentina para o imaginário e tenta levar uma vida dígna, mas seu caráter pode o manter distante dessa boa escolha. Agora, se contar mais estrago o final, certo?

Assista que você vai gostar. Se não gostar, é porque você é muito normal. Tem que ser extraordinário, como o filme para compreender sobre o que ele fala, e como nos fala. Não é para ter sentido, é para fazer você pensar. Vamos lá, corra atrás do filme e exercite sua imaginação. Um mundo como esse só se vê uma vez. Heath Ledger mais uma vez está em ótima atuação e parabéns para os três que completaram seu papel no filme. Eles doaram seus cachês para a filhinha de Heath, que tinha ficado fora do testamento. Bons garotos, bons atores, é...Hollywood também tem coração e não só um bolso. Aliás...foi uma produção independente...estão, esquece sobre Hollywood, ela só tem bolso mesmo.

Nota: 10

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Psych x The Mentalist

O que esses dois seriados tem em comum? Dois videntes charlatões! Psych veio primeiro, estreiando no dia 7 de julho de 2006 e existe até hoje, estando na quinta temporada, e The Mentalist estreiou na tv em 23 de setembro de 2008, e está no auge de sua vida televisiva. Porque comparar? Ambos tem como personagem principal homens que fingem ser videntes, mas que são apenas ótimos observadores. Ambos trabalham para a polícia, ajudando a resolver casos. Ambos já estiveram envolvidos em um caso em especial. Ambos usam de comédia, mais é claro no Psych do que no The Mentalist, que tem um pouco mais de seriedade. Pergunta final: Se Psych veio primeiro, teriam os roteristas se inspirado diretamente e discaradamente? O resultado são seriados com assunto principal idêntico, porém cada um com sua singularidade. Recomendo ver os dois, para tirar suas dúvidas. Tá indicado.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Assista: Alvin e os Esquilos!

É sobre: "Baseado na série animada Os Pestinhas, da década de 80, Alvin e os Esquilos conta a história de um grupo musical de esquilos, formado pelo líder brincalhão Alvin, pelo alto e envergonhado Simon e pelo bochechudo Theodore, todos adotados pelo músico Dave Seville (Jason Lee). Ele transforma o incontrolável trio em celebridades da música pop, enquanto eles colocam sua vida do avesso." ctrl c + ctrl v.
O que achei: Amei! Filme misturado com CG (computação gráfica), mas mesmo assim é muito lindinho. Você se apaixona por esses esquilinhos falantes, cantantes e aprontantes. Não tem muito o que comentar é melhor assistir.

Nota: 8

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Na dúvida, assista: Sherlock Holmes

O que dizer? Alguns posts atrás eu critiquei esse filme, como Sherlock Holmes brigador, já que essa versão do clássico dos livros do Sir Arthur Conan Doyle teve a direção do Guy Ritchie e ele achou legal fazer uma versão pensante e muscular do nosso querido investigador londrino.
Claro que asisti com olhos críticos, procurando uma falha em cada parte, algo que se perdesse na história desse personagem, e a verdade é que os livros não mostram esse lado dos dois, tanto de Holmes quanto de Watson. Não lembro deles em brigas, saindo no soco com os bandidos, ou se matando de tanto beber. Pois bem, essa é uma "adaptação" dos personagens, não são exatamente fiéis mas o diretor usou os recursos de observação e pequenos detalhes desse investigador tão diferente. Não sei se indico ou não. O filme é legalzinho, dá pra perder umas quase duas horas.

Nota: 5
Cúmplices e brigadores. A primeira impressão que tive ficou mesmo.

domingo, 17 de janeiro de 2010

O Iluminado (1980) X O Iluminado (1997)

Você que curte filmes de terror, com certeza já ouviu falar ou já assistiu "O Iluminado". O mais conhecido é com certeza a primeira versão, de 1980, com Jack Nicholson e Shelley Duval, mas existe uma outra versão, de 1997, uma mini série de três episódios de uma hora e meia cada, com Rebeca De Mornay (sim, me lembro dela no filme "A mão que balança o berço" e desde então é difícil vê-la em um filme bom), no elenco entre outros não tão conhecidos.
Recentemente li o livro (sim, a história vem de um livro do Stephen King, com o mesmo nome, escrito em 1977) e por isso acabei assistindo de novo a versão de 1980, mas fiquei triste ao compará-lo com o livro. Dizem que o de 1997 é ruim, não tem ator famoso, não tem Stanley Kubrick na direção, mas a primeira versão é uma adaptação (essa palavra é usada como desculpa para pegar um ótimo roteiro, alterá-la do modo que o diretor interpreta o livro), por isso, se você curtiu o filme, não leia o livro, você irá ficar decepcionada com a versão que você tanto gostava.
O de 1997 é muito mais fiel ao livro, tem Stephen King como produtor, o que significa que o filme foi feito sob os olhos do escritor. O de 1980 é um filme bom, não estou dizendo que não é, mas é um filme com a história de fantasmas, e se você quer ver como a história é criativa e sombria, leia o livro e assista a segunda versão. Segue fotos dos dois filmes, fazendo uma comparação. Ambos são bons, e hoje não vou dar nota nenhuma. Fica pra uma próxima.
A família Torrance: Primeiro de 1980, com a Wendy morena, segunda foto é de 1997, com a Wendy loira e bonita, como no livro.
A família Torrance: versão 1980 e 1997
Dicky Halloram e Danny Torrance, quando conversam sobre seu dom: 1980 e 1997
O Jardim: 1980 era um labirinto, no de 1997 era um jardim com arbustos em forma de animais, como no livro.

Danny nos corredores do hotel: 1980 e 1997
Danny em choque: 1980 e 1997
Jack Torrance ficando louco: 1980 e 1997
As armas de Jack Torrance: um machado em 1980, um taco de criquet em 1997, como no livro
Jack querendo dar o remédio para sua família: 1980 e 1997
A mulher da banheira: 1980 e 1997, a versão mais horripilante é a de 97, com certeza.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Smurfetes sexy da net!

Estava eu vendo o blog do meu querido ilustrador Hiro, quando vi uma versão hot da Smurfete.
O que me inspirou a procurar por mais versões hot da garota azul, e não é que achei?

Essa não é hot, mas é diferente da original, por isso tá aqui

Essa de tão hot, ganhou uma tarja preta...rs

sábado, 9 de janeiro de 2010

Assista: O Fabuloso destino de Amelie Poulain

É sobre: "Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor." Ctrl+c e ctrl+v mais uma vez.
O que achei: Por vários anos vi pessoas dizendo que esse filme era o máximo e tenho amigos que o adoram também, mas nunca tinha entendido porque disso. Pra matar minha curiosidade tardia, resolvi assistir. O que achei? Oras bolas, tem como não gostar de um filme tão lindo, tão vermelho e verde, tão inocente e tão parecido comigo. Assisti uma vez dublado (pq não reparei que era dublado quando peguei) e amei, não satisfeita, no dia seguinte fui até a locadora para assistir de novo, com melhor qualidade de vídeo e em frânces (sim, o filme é francês), e dessa vez arrastei meu marido para ver comigo. No começo ele não queria assistir, mas assim como todo mundo, ele gostou do filme. Quanto a Amelie viajar demais, ele disse que eu viajo mais que ela, o que não posso discordar. Por isso digo que me identifiquei tanto com os personagens, não só Amelie, mas seu pai, sua mãe e um pouco de cada um. A história que gira em torno de personagens moradores do prédio de Amelie nos mostram que o elo que os une é a própria Amelie, que tem sua vida realmente mudada quando passa a interferir na vida dos outros.
É a primeira vez que vejo um filme como uma poesia, tão lindo, tão sonoro, com tanto ritmo. É, acho que é a primeira vez que faço um comentário tão harmônico. Mas ele merece. Com certeza eu indico que assista. Você também vai amar! Esse é o primeiro dez que dou nesse blog. Uh la la!

Nota: 10
Uma versão de Amelie by Hiro

domingo, 3 de janeiro de 2010

Vapt Vupt de filmes que vi nessa semana:

UP Altas Aventuras - Adorei! História de uma criança sonhadora, que envelhece ao lado da mulher e tenta cumprir sua promessa de conhecer as cataratas do paraíso. Com o risco de perder a casa, leva ela junto para a tal viagem. Junto, sem querer, vai o jovem Russel, escoteiro que está na tentativa de ganhar uma medalha ajudando um idoso. Levando a casa, literalmente, eles se envolvem com um herói do passado de Fredricksen (o velhinho), que está atrás de um pássaro que ninguém acredita que possa existir. Juntos de cachorros que falam, vale a pena perder uma hora e vinte e sete minutos pra ver esse filme fofurinha.

Nota: 8,9
Mas que quarteto hein! Olha a catarata lá atrás!

Madame Tutli Putli - É um curta canadense de 2007, com 17 minutos, ao belo estilo stop-motion que tanto curto. "A madame Tutli-Putli embarca num trem noturno carregando todos os seus pertences, que não é pouca coisa. Ela viaja sozinha e encara, ao mesmo tempo, a bondade de alguns e o perigo iminente representado em outros. Quando o dia vai clareando, madame Tutli-Putli descobre-se numa aventura desesperada e metafísica. Vagando entre o real e o imaginário, ela confronta seus demônios numa corrente de mistério e suspense." (mais uma vez copiei e colei de outro site). Adorei os detalhes, os olhos realistas então, nem se fala, mas confesso ter ficado perdida no fim. Mas vale a pena ver pelos detalhes.

Nota: 5
Mas que olhar é esse madame Tutli Putli?


"Os Normais 2" A noite mais maluca de todas - Muito bom! Ri muito mais do que no primeiro. Vani e Ruy estão muito mais loucos (mais a Vani, é claro) e decidem virar a madrugada a procura de uma mulher, de preferência bisexual que esteja disposta a fazer uma ménage à trois, e nessa eles se envolvem em várias confusões. Não dá pra explicar mais, sem contar o final. Vale muito a pena ver, são só uma hora e quinze de filme.

Nota:
8
É, Vani acha que vai se dar bem com a japinha, mas leva uma surra dela. Só não entendi porque ela tinha que ficar de calcinha e sutiã.